
Não existe preço fixo para uma subestação. Cada projeto muda com a potência, o tipo, o local e as exigências da distribuidora. O melhor caminho é entender o que compõe o orçamento e comparar propostas pelos mesmos critérios.
O que forma o valor
- Potência do transformador (kVA): quanto maior, mais caro o equipamento e a proteção.
- Tipo de subestação: em poste, cabine de alvenaria ou cubículos metálicos. Veja os tipos.
- Proteção e medição: disjuntor de média tensão, relés, seccionadoras e para-raios.
- Obra civil: cabine, base, ventilação, drenagem e acesso.
- Cabos, muflas e aterramento.
- Projeto, ART, aprovação e vistoria.
- Ensaios e comissionamento antes da energização.
Como comparar propostas
- Peça o escopo detalhado, com lista de equipamentos, marcas e potências.
- Confirme quem faz o projeto, a ART e a aprovação na distribuidora.
- Veja se a obra civil, o aterramento e os ensaios estão incluídos.
- Compare prazos, garantia e condições de pagamento.
- Desconfie de valores muito abaixo das demais propostas.
Um preço baixo demais pode indicar equipamento sem certificação, falta de proteção ou ausência de projeto e ensaios. O custo de uma falha em média tensão é muito maior que a economia inicial.
Custo ao longo do tempo
Além da compra, considere a manutenção preventiva, as perdas do transformador e o custo de uma parada não planejada. Uma subestação bem feita costuma sair mais barata no total.
Para receber uma análise do seu caso, fale conosco pela página de subestação 13,8 kV em Manaus.
Posso parcelar?
Depende do fornecedor. Compare o custo total e as condições, e não só a parcela.
O preço muda se eu quiser ampliar depois?
Sim. Prever folga de potência no projeto costuma custar menos que trocar o transformador depois.