
O tipo da subestação é definido no projeto, conforme a potência, o espaço disponível, a segurança desejada e as normas da distribuidora. Os três formatos mais comuns são os abaixo.
Subestação em poste
- O transformador fica instalado em poste, com chaves e para-raios.
- Usada em potências menores.
- Ocupa pouco espaço no terreno e costuma ter custo menor.
- Mais exposta ao tempo e a acidentes externos.
Cabine primária (alvenaria)
- Os equipamentos ficam dentro de uma construção de alvenaria.
- Protege do tempo e de contatos acidentais.
- Comum em indústrias, prédios e comércios maiores.
- Exige obra civil, ventilação, acesso controlado e distâncias de segurança.
Cubículos metálicos
- Equipamentos montados em painéis metálicos fechados, também chamados de subestação blindada.
- Mais compacta e organizada.
- Indicada quando há pouco espaço ou necessidade de mais segurança.
- Manutenção mais simples, com seccionamento por compartimento.
Como escolher
- Informe a potência e a demanda previstas.
- Meça o espaço disponível e as condições do terreno.
- Considere o ambiente: umidade, poeira, risco de alagamento e raios.
- Peça uma comparação de custo e manutenção entre as opções.
Em Manaus, a umidade e as chuvas pesam na escolha. Veja proteção contra raios e aterramento da subestação. O tipo ideal para o seu caso está em subestação 13,8 kV: instalação e manutenção.
Qual é a mais segura?
Em geral, a abrigada em cabine ou cubículos, por ter menos exposição. O projeto confirma.
Dá para trocar o tipo depois?
Dá, mas envolve novo projeto, obra e aprovação. Decida bem desde o início.