
O óleo do transformador tem duas funções: isolar e refrigerar. Com o tempo, calor e falhas internas degradam esse óleo, e a análise mostra o que está acontecendo dentro do equipamento sem abri-lo.
Exames mais comuns
- Rigidez dielétrica: mede a capacidade do óleo de resistir à tensão.
- Teor de água: umidade reduz a isolação e acelera o envelhecimento.
- Acidez: indica oxidação e envelhecimento do óleo.
- Cromatografia dos gases dissolvidos: revela falhas internas, como arcos e superaquecimento.
- Fator de potência do óleo e outros testes, conforme o caso.
Como coletar
- Use frasco e seringa próprios, limpos e secos.
- Colete com técnica correta para não contaminar a amostra.
- Identifique a amostra, a data e a temperatura do óleo.
- Envie a laboratório qualificado.
- Receba o laudo e o parecer técnico.
O resultado pode indicar secagem e filtragem do óleo, regeneração, troca ou investigação de uma falha. Compare com análises anteriores para ver a tendência.
A análise faz parte da manutenção preventiva e complementa os ensaios elétricos. Saiba mais em manutenção de subestação em Manaus.
Transformador a seco precisa de análise de óleo?
Não, pois não tem óleo. Mas precisa de outros ensaios e de limpeza. Veja transformador a óleo ou a seco.
Com que frequência?
Depende do porte e do uso. O responsável técnico define a periodicidade.